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	<title>Parelhas.NET - Há cinco anos levando Parelhas para o mundo &#187; Histórias</title>
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		<title>O DIABO &#8220;ESTILEVE&#8221; O PODER QUE NAO PODE</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 18:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Parelhas.NET</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Histórias que ouvi contar
&#8220;O diabo estileve o poder que não pode&#8221;. Foi a frase dita pelo meu pai, Espedito Bezerra, a um funcionário do Banco do Brasil-Agencia de Currais Novos- Eu não sei o que quer dizer &#8220;estileve&#8221;, mas pressinto que quer dizer que tem alguém mais poderoso, pra fazer cumprir esse poder. Algo nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Histórias que ouvi contar</strong></p>
<p>&#8220;O diabo estileve o poder que não pode&#8221;. Foi a frase dita pelo meu pai, Espedito Bezerra, a um funcionário do Banco do Brasil-Agencia de Currais Novos- Eu não sei o que quer dizer &#8220;estileve&#8221;, mas pressinto que quer dizer que tem alguém mais poderoso, pra fazer cumprir esse poder. Algo nesse sentido. Bom, vamos a história que ouvi contar pelo meu saudoso tio Nabor Bezerra. &#8211; No ano de 1970, mais um vez o sertão sentiu a força de uma seca. Lá vem as frentes de trabalho, a ajuda do Governo, e nesse período era a ditadura militar. O Presidente Médici, visitou o polígono da seca, e voltando a Brasília, criou o Programa de Ajuda ao Agricultores. O Banco do Brasil ficou encarregado desse Programa. Bom, era só chegar na agencia do BB, provar que era pequeno agricultor e pronto estava cadastrado no programa e logicamente, automaticamente receber sua ajuda. Os agricultores de Parelhas tinham que ir a Currais Novos, e iam em carros de praça se cotizando para pagar a passagem. Acontece que o funcionário do BB -Gerente da Carteira Agrícola- responsável pelo Programa Federal, começou a criar &#8220;burocracia&#8221;, falta documento tal,falta aquilo, falta isso, e tome viagens entre Parelhas e Currais Novos. Diz o relato de meu tio Nabor, que um dia&#8230; depois de muitas idas e vindas&#8230;o tal gerente disse que faltava alguma coisa&#8230;Aí&#8230;foi dita a frase já citada acima. E&#8230; da Agencia do Banco, ele foi a Coletoria de Rendas, onde seu irmão Nabor trabalhava. Chegando lá, pediu a Nabor para fazer uma ligação telefônica para Natal, precisamente para seu cunhado Oswald Shimitt, Capitão de Marinha que servia no EMFA. Tio Nabor fez a ligação&#8230;De Currais Novos a Natal&#8230;de Natal a Brasília&#8230;na Capital chegou ao Poder que Pode&#8230;de Brasília a Recife&#8230;de Recife a Currais Novos&#8230;Diz o relato que foi um reboliço na agencia&#8230;Mas desse dia em diante acabou-se a burocracia do gerente e todos os agricultores poderão rapidamente serem beneficiado pelo programa. Ate outra oportunidade com histórias que ouvi contar. Tem muitas</p>
<p>Enviado por: José Augisto Liberal.</p>
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		<title>&#8220;O Dia que o Mundo Acabou&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 18:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Parelhas.NET</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era o ano de 1959, ainda não tínhamos saído da terrível seca que assolou o Nordeste em 1958. O povo parelhense sobreviveu à seca trabalhando nas frentes de emergência do governo e na construção do Açude Publico Caldeirões. Bom, voltando ao relato. Começo de 1959. à poucas semanas antes, tinha acontecido na cidade, as santas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://parelhas.net/wp-content/uploads/2010/02/aviao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-175" title="aviao" src="http://parelhas.net/wp-content/uploads/2010/02/aviao.jpg" alt="" width="447" height="352" /></a>Era o ano de 1959, ainda não tínhamos saído da terrível seca que assolou o Nordeste em 1958. O povo parelhense sobreviveu à seca trabalhando nas frentes de emergência do governo e na construção do Açude Publico Caldeirões. Bom, voltando ao relato. Começo de 1959. à poucas semanas antes, tinha acontecido na cidade, as santas missões, pregadas por Frades Franciscanos. E&#8230; conta a história que um certo comerciante foi ao Frade Peregrino e ofereceu uma participação nos lucros da venda de velas aos fiéis, pois tinha ele comerciante, um grande estoque das ditas velas. Conta também a história que o Frade aceito o negócio e passou a pregar que os fiéis tivessem cuidado que o mundo iria acabar&#8230; que iria aparecer um sinal no céu e depois do aparecimento do sinal&#8230;iria ter três noite de escuro. Aí&#8230;não deu outra o estoque de velas do comerciante acabou nun instante, tamanha a procura&#8230;logicamente o Peregrino recebeu uma boa recompensa pra sua instituição de caridade. O tempo passou, e&#8230; numa tarde quente, as donas de casas e crianças que residiam em frente ao prédio &#8220;Usina de Florêncio Luciano&#8221; , onde tinha duas árvores gigantesca (pés de fixos) que davam uma boa sombra, mas precisamente em frente a residência de Nicolau Manoel da Silva, estavam essas mulheres a conversar&#8230;De repente alguém olha para o céu e diz.&#8221; Meu Deus do Céu, Minha Nossa Senhora, Valei-me São Sebastião. Ai todo mundo olhou e&#8230; estavam La no céu, três pontinho brancos, numa velocidade nunca vista, deixando atrás de si uma lista de fumaça que ia até Jardim do Seridó&#8230; alguém gritou que era o sinal do fim do mundo dito pelo frade. Diz a história que literalmente, o mundo quase acaba mesmo daquele instante, tamanha a confusão. Era mulher correndo pra acender as velas, criança chorando assombradas, homens aparecendo nas calçadas pra saber o que era aquilo. e se assombrando também. Dizem que até o Mons. Amâncio Ramalho teve de falar na difusora da Prefeitura, para acalmar o povo. Bom, passado um tempo, veio a verdade. Aquilo que assombrou os parelhenses era os primeiros aviões à jato que se deslocavam de Recife para Fortaleza. Naquela época as turbinas poluíam muito e deixavam uma &#8220;nuvem&#8221; de fumaça atrás das aeronave. Até outro dia com Historias que ouvi contar&#8230;&#8230;. Tem muitas&#8230;</p>
<p>Enviado por: JOSE AUGUSTO LIBERAL</p>
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		<title>Confiança Futebol Clube (Capítulo 02)</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Parelhas.NET</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dou continuidade aos relatos sobre o Confiança Futebol Clube de Parelhas. &#8211; Depois de seu primeiro terno, doado por Roberto Pereira, Sú, outro grande desportista parelhense, o Sr. Raimundo Ageu, patrocinou o terno que seria o segundo e último, pois durou até a morte de Gregório Pacifico, sendo sepultado junto ao corpo do seu fundador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dou continuidade aos relatos sobre o Confiança Futebol Clube de Parelhas. &#8211; Depois de seu primeiro terno, doado por Roberto Pereira, Sú, outro grande desportista parelhense, o Sr. Raimundo Ageu, patrocinou o terno que seria o segundo e último, pois durou até a morte de Gregório Pacifico, sendo sepultado junto ao corpo do seu fundador, encerrando com esse gesto, suas atividades. Inusitadas, as camisas foram costuradas, e eram de tecido chamado &#8220;caqui&#8221; resistente ao extremo e muito pesadas. Era todas  vermelhas com detalhes em preto. Os calções de &#8220;brim&#8221; de cor preta e as meias eram as  tradicionais. Listas<br />
horizontais em vermelho e preto. O Confiança foi o primo pobre do futebol parelhense&#8230; Mas isso é capítulo para outra &#8220;historia que ouvi contar&#8221;&#8230; Até a próxima&#8230;</p>
<h3>Jose Augusto Liberal</h3>
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		<title>HISTORIAS QUE OUVÍ FALAR</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 12:15:11 +0000</pubDate>
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Enviado por: JOSE AUGUSTO LIBERAL
Essa eu ouvi do saudoso colega e amigo Badoglio Araujo. &#8220;Era fins dos anos 50 e não existia na época, time em Parelhas com nome especifico. Era o time de futebol de parelhas, o time&#8230;da cobra, do juazeiro e assim eram chamados. Ai, Gregório Pacifico, um dos maiores esportista parelhense, teve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://parelhas.net/wp-content/uploads/2010/01/confiança.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="confiança" src="http://parelhas.net/wp-content/uploads/2010/01/confiança.jpg" alt="" width="614" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: right;">Enviado por: JOSE AUGUSTO LIBERAL</p>
<p>Essa eu ouvi do saudoso colega e amigo Badoglio Araujo. &#8220;Era fins dos anos 50 e não existia na época, time em Parelhas com nome especifico. Era o time de futebol de parelhas, o time&#8230;da cobra, do juazeiro e assim eram chamados. Ai, Gregório Pacifico, um dos maiores esportista parelhense, teve a idéia de formar uma equipe de futebol, mas tendo o nome de Vasco da gama que era seu time do coração. Tomada a decisão, foi ele falar com o prefeito da época, Roberto Pereira, conhecido como Sú. esse, flamenguista doente. Diz o relato que Sú prometeu a Gregório que iria a Recife e compraria o terno de camisas com as cores do Vasco. Mas, procurou comprar um terno de camisas do flamengo. Não encontrou nem do Vasco nem do flamengo e comprou do Confiança Futebol Clube de Aracaju-SE. Detalhe&#8230;As cores do confiança era rubro-negro, cores do flamengo. Chegando em Parelhas, entregou a Gregório o seu presente. Foi assim que nasceu a primeira equipe de futebol em Parelhas, com nome próprio. Não poderia chamar-se Vasco, usando cores do flamengo. Não poderia ser flamengo, com o patrono sendo vascaíno. Então nasceu o confiança futebol clube de Parelhas&#8221;. &#8211; Nasceu pobre como seu fundador. Mas está registrado pela historia. Todos os desportistas parelhenses que jogaram no Estádio Municipal Laurentino Bezerra, entre fins de 1950 e anos 80, quando Gregório Pacifico faleceu, deram seus primeiros passos no velho, pobre e folclórico Confiança Futebol Clube de Parelhas.</p>
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